E agora José?
Cassação de Toninho Bellini. Será? O jornal Gazeta Itapirense obteve na sexta-feira em Brasília – certamente pela assessoria de um certo deputado estadual da região cuja identidade não precisa ser revelada – a informação de que o prefeito Toninho Bellini (PV) corre o risco de ser cassado. A “conclusão” da reportagem se embasa no parecer do Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo. Em 2008, durante a campanha de reeleição, em um dos computadores da Prefeitura foram encontrados indícios de material de campanha do atual prefeito itapirense. O “caso dos computadores” rendeu pano para a manga na justiça itapirense, que não botou fé na denúncia e não cassou Bellini por falta de provas. Como também é bom mencionar que o laudo do Instituto de Criminalística de Mogi Guaçu, naquela época, saiu rapidamente para apontar irregularidades no computador da Prefeitura. A suspeita é que o funcionário do IC agiu em benefício da candidatura de Cacá Munhoz, mulher do deputado Barros Munhoz. Por mais que a reportagem traga indícios sérios sobre o parecer do MPF, vale uma ressalva: nem mesmo os integrantes da ala munhozista acreditam mais em cassação, porque Bellini levou a melhor em todas as outras esferas. Mas em se tratando de justiça brasileira, recomenda-se cautela. A tensão continua em torno da gestão bellinista.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 11h04
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Mídia
Culpa da imprensa. Como sempre O superintendente do Hospital Municipal Dr. Tabajara Ramos de Mogi Guaçu, Eli Paulo Colombo Filho, declarou na sexta-feira da semana passada que a imprensa guaçuana é também responsável pelas falhas no atendimento médico no hospital e no PPA (Posto de Pronto Atendimento). Em entrevista coletiva, Eli disse categoricamente que a imprensa deve sim apontar erros, mas sem “exageros”. As críticas foram endereçadas, principalmente, à rádio Nova Onda FM e ao jornal Gazeta Guaçuana, porque, segundo ele, as reportagens destes veículos de comunicação estão comprometendo o atendimento na área da saúde. Na mesma entrevista, sugeriu que a imprensa não adotou a mesma postura em governos passados, sugerindo até que os órgãos de imprensa se sujeitaram a interesses comerciais. Eli Paulo Colombo Filho, obviamente, sofreu merecidas críticas da Gazeta e também da rádio Nova Onda. Porque jamais li/ouvi tanta imbecilidade como a sua entrevista na última sexta-feira. Pois embora nunca tenha trabalhado diretamente em um órgão de imprensa de Mogi Guaçu, atuei por quase 11 anos num jornal do mesmo grupo da Gazeta. Por isso, com relação à Gazeta, sei que Eli disse um monte de besteiras. Os argumentos são tão pobres que nem compensa gastar mais uma linha sequer com Eli e com outros infelizes que elevaram o prefeito dr. Paulinho ao status de salvador da pátria. Menos, minha gente.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 10h41
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Portfólio
Números de Francisco Diá em 2009 Francisco Diá, novo técnico do Mogi Mirim, comandou o América-RN a partir da 28ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série-B, dia 2 de outubro. Na ocasião, o América era o penúltimo colocado da competição. Restavam 11 rodadas e o rebaixamento parecia certo. Na partida de estréia, o América de Diá ficou no 4 a 4 diante do Campinense no estádio Machadão, em Natal. O time continuava em penúltimo lugar. Na rodada seguinte, empate em 3 a 3 contra o Bahia fora de casa. Já no dia 17 de outubro, em casa, o América quebrou uma seqüência negativa de oito jogos sem vencer: vitória de 2 a 1 diante do Fortaleza. Mas o América caiu na rodada seguinte: 2 a 1 para o Juventude, em Caxias do Sul. O primeiro bom resultado em casa foi conquistado contra a Portuguesa: 4 a 0. Dia 27 de outubro, derrota no interior de São Paulo: 2 a 1 frente ao Bragantino. Em dois jogos em casa, duas vitórias: 2 a 0 contra o Vila Nova-GO e 1 a 0 diante do Figueirense. Ainda ameaçado pelo rebaixamento, o América disputou três rodadas decisivas: derrota para o Vasco no Rio de Janeiro, por 2 a 1, vitória contra o Ipatinga no Machadão, por 1 a 0, em empate de 0 a 0 contra o Ceará fora de casa. O América terminou o campeonato a uma posição apenas da zona de rebaixamento. Dos 46 pontos conquistados, 18 foram obtidos sob o comando de Francisco Diá (cinco vitórias, três empates e três derrotas). Já pelo Alecrim, do Rio Grande do Norte, a campanha de Francisco Diá merece destaque, embora tenha sido no Campeonato Brasileiro da Série-D. Na primeira fase, primeiro lugar no grupo 3 ao lado do Ferroviário (10 pontos conquistados em seis jogos, com três vitórias, um empate e duas derrotas). Depois vieram as fases eliminatórias: vitória por 2 a 0 e derrota de 1 a 0 contra o Central-PE; derrota por 3 a 1 e vitória por 3 a 0 sobre o Sergipe; e derrota de 1 a 0 para o Uberaba e empate no segundo jogo por 1 a 1. Na semifinal, com o acesso à Série-C de 2010 assegurado, o Alecrim perdeu o primeiro jogo para o São Raimundo por 3 a 1. Em Natal, empate de 2 a 2 e a eliminação na reta final da quarta divisão do nacional. Apesar do texto da assessoria de imprensa do Mogi Mirim informar que Francisco Diá foi técnico do Assu na campanha do título do Campeonato Potiguar deste ano, o treinador não dirigiu a equipe na decisão entre os campeões do primeiro e segundo turno. O Assu levou a melhor sobre o Potyguar tendo no banco de reservas o técnico Hugo Salles.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h55
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É ele
Prazer, Diá, você está no Mogi Mirim EC Responsável por levar o Alecrim, do Rio Grande do Norte, à Série-C do Campeonato Brasileiro, e por salvar o América-RN do rebaixamento na Série-B do nacional, Francisco Diá foi o escolhido para assumir o Mogi Mirim no Paulistão de 2010. A contratação foi fechada sábado à noite, segundo a assessoria de imprensa do Sapo, que informou a novidade às 14h22 (meia hora após o post abaixo) deste domingo. De acordo com a nota, “Rivaldo enumera as qualidades de Diá. O presidente ressalta que ele atingiu nesta temporada o objetivo que o Mogi tem para 2010: disputar com êxito o Campeonato Brasileiro, depois de realizar um ótimo Campeonato Paulista e obter vaga para a Série D”. Diá conquistou títulos estatuais no Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. Francisco Diá nunca trabalhou no futebol de São Paulo - nem mesmo no União Barbarense. Sem muita experiência no futebol paulista, mas com um currículo, digamos, de respeito, Diá se apresenta nesta semana tendo a missão de fazer com que o Mogi Mirim vá bem no Paulistão. Não era o perfil de técnico que este blogueiro esperava, mas o treinador provou ser competente por onde passou. Espero também que faça um bom trabalho no Mogi Mirim. Correção - Ao contrário do que foi divulgado no texto “Francisco Diá comandará o Mogi no Paulistão”, o técnico Francisco Diá nunca comandou o União Barbarense. Esta será a primeira vez que o treinador atuará em um time paulista. (Camila Caetano, assessora do Mogi Mirim).
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 18h39
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Na mídia
Bolsa de apostas Do portal do jornal Tribuna do Norte: Francisco Diá não tem futuro definido no América
Confirmada a derrota do Juventude, último rebaixado para série B, Francisco Diá que assumiu um América-RN desacreditado e na penúltima colocação, comemorou o feito e agradeceu a todo o grupo pela entrega ao trabalho realizado. O futuro do treinador ainda está indefinido, já que ele tem propostas para dirigir o Mogi-Mirim no próximo ano. Aliviados, os dirigentes agora começam a planejar a temporada do próximo do ano e a definir o destino político do clube que precisa realizar a eleição para escolha do novo presidente. Somente após a resolução da pendência eleitoral o clube deve anunciar a renovação oficial do contrato do treinador, muito embora, há algumas semanas, o dirigente Eduardo Rocha tenha revelado que o clube proporia a Diá um contrato de dois anos, fato inédito no futebol potiguar. Após a partida, ainda no gramado do estádio Castelão, o treinador americano fez críticas aos clubes que utilizaram reservas na última rodada da competição. “Tem alguns times mistos jogando, isso é uma falta de respeito com o adversário. Está aí o exemplo do Ceará”, explicou o comandante, ao lembrar que o rival já havia garantido o acesso e nem por isso deixou de atuar com o seu melhor. “A CBF deveria ver isso e tomar alguma atitude”, concluiu.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 13h50
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Atenção! (2)
Para contrariar as previsões... ... o nome do novo técnico do Mogi Mirim Esporte Clube, por enquanto, não foi revelado. Mistériooooooo...
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h25
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Atenção!
Sai hoje, galera A identidade do novo técnico do Mogi Mirim Esporte Clube será revelada hoje. Sim, hoje, sexta-feira, de acordo com o vice-presidente Wilson Bonetti, com quem o blog conversou neste exato minuto. Aviso desde já: não ficarei atrás da informação devido ao meu compromisso aqui em Pirassununga, por isso quem postar primeiro esta informação será devidamente copiado/colado aqui no blog. Com crédito e tudo mais, como o de costume. Combinado?
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 14h26
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Ó meu rei!
A antipatia está de volta. E veio para ficar O que pode ter deixado a vossa excelência com tanto mau humor nesta semana? Em reunião no gabinete real, os subalternos esperavam por boa receptividade. Afinal, o roteiro foi seguido à risca na noite anterior. Tudo como o chefe havia mandado. Porém, algo fez mudar o semblante do homem. Pois todos foram recebidos com paus e pedras. Daí, quem deveria reagir, calou-se. Disse a verdade quem não tinha a obrigação de abrir o bico. Enfim, o que tem ofuscado o sorrisinho amarelo no rosto do imperador? Inúmeras respostas na ponta da língua. Porque não tem só a ver com os percalços de sua administração. Mas com a própria máscara que caiu e revelou a verdadeira face daquele que um dia chegou à terra como novo messias. E que agora colhe os frutos de sua própria antipatia.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 08h55
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Artigo
O rock’n roll está vivo Humberto Butti* As noites de sexta-feira nunca mais serão as mesmas. Pelo menos para curte o bom e velho rock’n roll, que ao contrário de grandes ícones como Jim Morisson da banda The Doors, Jimi Hendrix e até o nosso Raul, que partiram dessa pra melhor, está mais vivo do que nunca. Quem passa pelo calçadão da José Bonifácio, lá embaixo, onde ele tem ares de outra cidade, mais para paragens praianas que para uma provinciana e pacata localidade conhecida como Itapira, nota a concentração de gente de todas as idades, espalhada pelas mesas dispostas ao longo da entrada do Sarkis Shopping. Ali se fala de tudo, principalmente de rock. Apesar da discrepância do nome, o Jazz Café, pilotado pelo Zé Turco, vocalista e líder da Fire Bless, virou point obrigatório para quem curte esse segmento musical. É ali que, entre uma cerveja e outra, os integrantes das bandas – e não são poucas – organizam eventos, trocam idéias e, pra variar, promovem verdadeiros concertos. Gosto musical não se discute. Uns gostam de pagode, outros de sertanejo, tem quem curte a bossa nova, o hip hop, mas num ponto todos concordam: não dá pra deixar o rock de lado. E olha que o Roque, não a música, mas o astro dos lanches, está bem ali, no fundo do shopping. E é nessa linha que a cidade hoje está se transformando em celeiro de boas bandas, que têm seu público cativo e acompanhamento de agenda através de um portal especializado e muito bem formatado, o Megaphone. Puxando pela memória, consegui contar pelo menos sete bandas, cada uma com estilo próprio. Estão na ativa a The Drunkers, a Fire Bless, a Mr Speed, a The Sweethearts (formada por mulheres), A Falange, Planeta Radioativo e Kiss Cover. Sem contar a Alice D, que está ‘fechando as portas’ e outras formações que aparecem e desaparecem num piscar de olhos. Posso estar puxando a brasa para a minha sardinha, afinal também gosto do bom e velho rock, mas a grande verdade é que onde tem rock do bom não tem confusão, brigas ou selvagerias. É tudo levado no jargão patenteado em Woodstock, o famoso ‘paz e amor’. Rock neles! *Humberto Butti é jornalista e editor do portal Esporte itapirense
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 15h51
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Dica do blog
Hora do "merchan" Clique na imagem para ampliá-la.

Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 11h38
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E aí, Mogi?
O erro não pode se repetir O Mogi Mirim deve anunciar esta semana, segundo nota da assessoria de imprensa, o nome do treinador que comandará o time no Campeonato Paulista de 2010. Paira no ar um mar de incertezas e especulações. Quem será o novo treinador da equipe? Alguém rodado, um emergente, mais um desconhecido? Só mesmo Rivaldo e Wilson Bonetti responderão a esta questão. Espero apenas que o substituto de Velloso não seja mais uma aposta, porque de apostas o Mogi Mirim se deu muito mal em experiências recentes, como a contratação do desconhecido Gelson Silva no início da temporada. É verdade, porém, que algumas surpresas deram certo. Mas no futebol de hoje, prevendo um Paulistão esvaziado por conta do interesses dos grandes pela Libertadores, é preferível até que o Mogi acerte desta vez. Traga alguém que possa fazer o Mogi Mirim brigar por resultados melhores em 2010, porque uma boa campanha no Paulista dará ao clube vaga assegurada na Série-D do Brasileiro. As experiências mal sucedidas deste ano levam a crer que a diretoria não cometerá um novo deslize desta vez. Torço por isso. Acredite.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 11h50
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Mais opinião
O poder da barganha O termo submissão, adotado por este blog para se referir à repugnante atitude dos vereadores da base situacionista de Mogi Mirim a respeito do reajuste da planta genérica de valores imobiliários, que acarretará num acintoso aumento do IPTU do próximo ano, em nada tem a ver com ingenuidade, porque de bobo os vereadores que se calaram no plenário na sessão de segunda-feira à noite não têm nada. Submissão é apenas uma forma de classificar como a Câmara é usada para atender os interesses daquele que manda e não aceita ingerência. Em troca, estão garantidas as benesses realizadas pelos vereadores, com a ajuda, é claro, do poder Executivo. Porque não pense que os vereadores são idiotas a ponto de se tornarem alvo de críticas sem a garantia de uma boa recompensa. A recompensa é dada da forma como você imaginar. E alguns destes enigmas podem ser facilmente decifrados. Veja o exemplo do vereador Luiz Gustavo Stupp (PDT). Semana passada ele apresentou pedido cujo intuito é facilitar o acesso dos deficientes físicos no transporte público escolar. Usou o exemplo de um estudante cadeirante e disse que procuraria a Prefeitura para obter êxito na reivindicação. Por fim, afirmou claramente que aceitaria barganhar com o Executivo para obter êxito em seus pedidos. Nesta semana, durante a conturbada sessão legislativa em que foi votado – e aprovado – o projeto de reajuste da planta genérica de valores imobiliários, Stupp, um dos nove vereadores favoráveis à proposta, justificou o apoio a Carlos Nelson dando mil argumentos. Chavões e mais chavões, nada de útil. E em seguida, acredite, revelou ter ligado ao prefeito para cobrar o pedido de um deficiente físico para viabilizar o projeto de acessibilidade aos cadeirantes no transporte escolar. Não deixou muito claro se será atendido nesta proposta, mas não hesitou em falar do pedido feito ao prefeito logo depois de ter justificado voto a favor do aumento do IPTU. Stupp foi quem disse, eu repito, uma semana antes, que estaria disposto a barganhar o pedido em prol dos deficientes. Isto é, se o pedido de Stupp for atendido, cabe uma pergunta: Stupp votou favoravelmente ao projeto que resultou no reajuste do IPTU só porque teve a garantia de que seus pedidos pudessem ser atendidos? O presidente da Câmara, Osvaldo Quaglio (PSDB), ao menos é mais sincero. Porque mais clareza do que a sua declaração na noite de segunda-feira, impossível. Osvaldinho da Pedreira enfatizou que os vereadores da base fizeram a sua parte. E que agora o prefeito deve ser cobrado para que todas as promessas sejam cumpridas. Barganha? Promessa? Oras, de que tipo de negociação estes homens engravatados estão se referindo? Como diria aquele rapaz sem graça do comercial de tevê, “quer pagar quanto”?... Cada vereador, como você deve ter notado, tem o seu preço.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 18h27
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Opinião do forasteiro
Não é para ser do contra. Basta fiscalizar Em conversinha de bar, a opinião é quase unânime: a cada nova legislatura, o nível do debate nos legislativos municipais cai acintosamente. A volta das 17 cadeiras na atual legislatura da Câmara até fez crescer a esperança por dias melhores em Mogi Mirim. Mas tudo continua como antes. A maioria dos legisladores mogimirianos, escorada no poder Executivo por conta de favores e empregos garantidos por meio de indicações, atua como zumbis nessa tal de “democracia”. Não se manifestaram um só segundo na sessão desta segunda-feira, quando foi votado o projeto que, consequentemente, acarretará em aumento do IPTU em toda a cidade. Nada fizeram. Nada quiseram. Como também não tiveram força os cinco vereadores contrários ao projeto, inclusive os dois filiados ao PSDB – partido cooptado por Carlos Nelson para obter as benesses do governo do Estado. O que se prega aqui não é uma Câmara do contra. Porque não esperava que todos se opusessem ao projeto de reajuste ao IPTU, afinal, numa Câmara é comum haver debate entre os prós e contras. Como venceu a maioria, neste caso, a turma do “bem”, paciência. Entretanto, triste é ver a maior ala da Câmara, coincidentemente a que está ao lado do enojado prefeito de Mogi Mirim, dizer amém a tudo, sem ao menos se preocupar em entender que um projeto como o do reajuste do IPTU requer atenção, apuração, discernimento e capacidade para entender as conseqüências. Lamentavelmente é o bolso da população que vai ser prejudicado por um projeto mal compreendido e ignorado pela maioria dos vereadores da Câmara de Mogi Mirim. O que comprova, mais uma vez, que a Câmara caminha para ser pior do que era: subserviente, submissa aos interesses deste sistema feudal que tem à frente um prefeito despreocupado com a opinião pública. Parafraseando Carlos Nelson Bueno, “eu tenho nojo”. Nojo desse poder legislativo.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h36
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Prepare o bolso
Havia ainda alguma dúvida? Do site de O Popular: Sob silêncio da maioria, revisão do IPTU é aprovada Por Valter Abrucez Estrategicamente silenciosa, já que a maioria estava definida previamente, a base governista aprovou, na noite desta segunda-feira, por 11 a 5, o projeto de revisão da Planta Genérica de Valores Imobiliários. O projeto aplica novos valores venais sobre os terrenos, uma das bases de cálculo do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Isso significa aumento no valor do tributo a ser pago pelos contribuintes em 2010. Não ficou definido, com absoluta clareza, qual o percentual médio de reajuste que o IPTU vai sofrer no próximo ano. Em um dos muitos exercícios, a média seria de 40%. A sessão foi bem menos tensa, a despeito da mobilização feita por situacionistas e governistas. As galerias da Câmara foram praticamente todas tomadas por servidores municipais, a maioria ocupando cargos em comissão. Vários diretores de departamentos ajudaram a fazer número. O hall de entrada do Legislativo, situado logo ao final da escada, foi ocupado por moradores de bairros mobilizados pelo PT, PSB e PV. Na tribuna, o debate sobre o projeto ficou configurado praticamente como um monólogo. Criticaram a matéria os vereadores Orivaldo Magalhães (PSB), Márcia Róttolli (PT), Benedito do Couto (PV) e Maria Helena Scudeler de Barros (PSDB).
Luiz Roberto Tavares (PSDB), um dos cinco votos contrários ao projeto, não se manifestou na tribuna. A defesa só foi feita após a segunda votação, em sessão extraordinária, pelo líder do prefeito, João Luiz Andrade Teixeira (PSDB).
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h07
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Na saída
Palavra do ex-técnico “Uma parte dos jogadores foi mandada embora no meio da competição, sem o meu consentimento, alegando corte de verba”. Ao repórter Felipe Caetano, de O Popular, o técnico Velloso revelou a insatisfação por ter perdido alguns jogadores durante a Copinha, fato justificado pela direção como “redução de despesas”.
Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 17h34
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