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BRASIL, Sudeste, MOGI-MIRIM, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Esportes, Música

Paulo Henrique Tenorio é jornalista. Artigos não assinados são de autoria do blog. Boa leitura!


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Opinião

Vulcão adormecido também explode

Por Fernando Parizi

A aparente inércia de um vulcão adormecido não quer dizer que esteja inativo. Pelo contrário, manté-se ativo em seu interior e um evento qualquer, previsível ou não, pode provocar sua reação e levá-lo a entrar em erupção capaz de grandes estragos, às vezes irreparáveis.

O governo do prefeito de Mogi Guaçu Paulo Eduardo de Barros, Dr. Paulinho (PV), assenta-se sobre um desses vulcões aparentemente inofensivos, chamado Funcionalismo Público Municipal. Andou dormente nos últimos 17 anos, desde a greve de 1992, mas o corte de horas extras e sucessivos atrasos na entrega da cesta básica despertaram o danado e ele reagiu paralisando a coleta de lixo.

A lava quente não atingiu de imediato Dr. Paulinho, que pela sexta vez neste primeiro semestre de governo se encontrava em Brasília, como prometeu a si mesmo que faria mensalmente, gostem ou não seus críticos, mas acertou em cheio a buzanfa de seu secretariado, que se confessou surpreendido pela decisão dos barnabés de cruzar os braços, quando, na verdade,  eles, os coletores do lixo que Mogi Guaçu produz,  é que foram surpreendidos pela intempestiva redução de 10 míseras horas extras em seu último holerite. O staff de Dr. Paulinho deveria estar preparado, ciente de que ação leva à reação.

Tão logo os coletores decidiram na terça-feira que entrariam em greve no dia seguinte, na quarta-feira, ao invés de buscar o diálogo e a conciliação, secretários e vereadores aliados do prefeito se reuniram às pressas, não para propor acordo, mas para partir para o confronto, ainda que sem o chefe presente não pudessem fazer mais que proferir bravatas ao desqualificar a legitimidade do protesto sob argumento meramente jurídico-tecno-burocrata: “A Prefeitura não reconhece a paralisação dos servidores municipais, uma vez que o movimento é ilegal porque não cumpre exigências da lei, entre elas comunicar o Ministério do Trabalho…”, diz nota no site oficial da Prefeitura.

Oras, por que não avisaram logo? Bobagem, mera formalidade. “Falha nossa”, deveria admitir o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Carlos da Silva, Tióia, mas o representante sindical do funcionalismo de Mogi Guaçu  também foi pego de calças curtas. Quando sentiu a lava bater-lhe na bunda, o presidente da Associação dos Servidores Municipais, Sebastião dos Santos, Tião, já havia tomado a frente do movimento grevista. Tióia – dizem que tem gente sua em cargos na administração municipal -, titubeou, tardou mas, enfim, não falhou e prometeu formalizar comunicado de greve ao Ministério do Trabalho e à Prefeitura. Se era só por isso, então habemus greve.

Na quarta-feira os coletores decidiram voltar a trabalhar no aguardo de conversar com Dr. Paulinho, mas recolheriam o lixo em “operação-padrão”, não mais correndo feito doidos para apressar a coleta e ir embora pra casa mais cedo e com as 40 horas extras garantidas, trabalhadas ou não. É preciso entender o que isso quer dizer. Vou tentar explicar.

Os coletores trabalham em equipes, me parece que diariamente na região central da cidade e dia sim, dia não nos bairros da periferia. Uns começam de madrugada e vão até de manhã recolhendo nossos lixos, inclusive do Dr. Paulinho, secretários e vereadores. Outros, os da área central, começam à tarde e seguem na labuta até altas horas, às vezes até o início da madruga seguinte, pelo que já pude ver. Aliás, já dei o azar de ficar atrás de um desses caminhões em horários de pico ao final da tarde e começo da noite nas ruas São José e 15 de Novembro. Se só por um instante aquele cheiro putrefato me embrulhou o estômago, imaginem o que sofrem aqueles coitados que no final do ano ganham Sidra Cereser como presente de Natal e Ano Novo!

Vinham recebendo 40 horas extras por mês, trabalhadas ou não. Certamente com aval de Dr. Paulinho, que já deixou claro mais de uma vez que quem manda é ele, e seguindo a contabilidade do colega titular da Fazenda, Ivan Carlos Pinheiro, o secretário municipal de Administração Márcio Donizete Lopes Peres, por sinal uma das melhores nomeações do prefeito, determinou o pagamento apenas de horas extras trabalhadas, limitadas a 30 por mês, acumulando o excendente em banco de horas.

Essa excrecência de banco de horas extras a descontar na forma de descanso é esperteza da iniciativa privada patrocinada pelo peleguismo sindical que deforma as relações trabalhistas no Brasil de hoje, a pretexto de manter produtividade e empregos. Não raro sem os percentuais de acréscimo por se tratar de hora extra, que pode chegar obrigatoriamente a 100%. Ou seja, ainda que não seja paga mas acrescida ao banco de horas, cada hora extra equivaleria a duas normais. Se pagar, o empregador não tem como escapar de pagar o adicional, mas no banco de horas consegue ludibriar o trabalhador computando 1×1 e não o dobro.

O engôdo do sistema de banco de horas parece partir do pressuposto torpe de que a peonada paga contas coçando o saco. Sujeito chega na loja e diz: “Vê aí quanto tô devendo? Posso pagar com hora extra?” Claro que não, todos querem dinheiro, que pode não trazer mas manda buscar felicidade.

Ocorre que os coletores de lixo empregam uma tática inteligente para apressar e terminar a tarefa do dia o mais rápido possível, antes mesmo do término da jornada regular, sem precisar cumprir a quantidade fechada de 40 horas extras a que fizeram jús. Conseguiam isso correndo feito maratonistas com boa dianteira em relação aos caminhões, amontoando os sacos de lixos de modo que os colegas que vinham atrás não precisassem recolher de lixeira em lixeira, casa a casa, para então depositar na caçamba.

Literalmente e em duplo sentido ganhavam horas com esse esquema. E podiam ir pra casa porque, depois de recolherem o lixo nosso de cada dia, o que mais tinham a fazer no pátio da Prefeitura?! Nadica de nada, sob pena de incorrerem em desvio de função, o que seria ilegal. Não posso dizer o mesmo dos motoristas dos caminhões de coleta, que ainda tem de levar o lixo para o aterro sanitário e, em tese, até cumprir a jornada, teriam de ficar à disposição justamente por serem motoristas. Sinceramente não sei se há distinções entre as funções de motoristas na Prefeitura – da coleta, de ambulâncias, secretarias etc. Essa eu fico devendo ao leitor.

O fato é que os coletores concordaram anteontem que não deixariam de coletar o lixo da cidade, mas o fariam em “operação-padrão”, não mais em ritmo acelerado através do amontoamento, mas recolhendo saco por saco, de lixeira em lixeira. O que prentendem fazer Dr. Paulinho e seus “surpresos” secretários? Exigir que os coletores de lixo aceitem a embromação do banco de horas e voltem a trabalhar sem reclamar do corte das horas extras e do atraso na entrega da cesta básica, e às carreiras como faziam antes? Se eles já disseram que sem acordo não voltam a trabalham em hora extra nos finais de semana, quem se atreverá a obrigá-los a trabalhar correndo feito corisco?

No momento em que concluo este artigo, sinceramente não faço a mínima idéia, nem estou sabendo se houve a tal reunião entre o prefeito e uma comissão de representantes dos coletores nesta sexta-feira. Verifico isso neste sábado.

Só sei que para discutir que providências tomar em face da paralisação dos coletores de lixo, na manhã de quarta-feira, Dr. Paulinho em Brasília, reuniram-se às pressas os secretários de Administração, Márcio Donizete Lopes Peres, Serviços Municipais, Álvaro César Ravanhani, Governo, ex-vereador Nelson Aníbal de Luiz (PMDB), Fazenda, Ivan Carlos Pinheiro, e Comunicação Social, Luciano Silva, além do ouvidor do Município, ex-vereador Sebastião Francisco Teodoro, Tiãozinho (PTB) e o presidente da Câmara Municipal, Carlos Donizete da Costa, Carlinhos da Imobiliária (PV).

Do grupo, apenas Álvaro César Ravanhani, Cesinha, e Márcio Donizete Lopes Peres são, no âmbito do funcionalismo público municipal, contemporâneos da greve da categoria de 1992. Dr. Paulinho também. Era secretário da Saúde no último ano do segundo mandato de Walter Caveanha (PTB) quando aquela greve eclodiu. Cesinha era seu assistente e Márcio Donizete Lopes Peres, servidor de carreira, era assistente de secretário da Administração.

Por isso não deveriam estar surpresos com a greve dos coletores de lixo e muito menos optar pelo caminho do confronto com uma categoria que parece desunida mas ataca feito enxame de abelha se incomodada com cutucões e pedradinhas. São cerca de 3,5 mil servidores municipais que correspondem, em média de quatro por família, a algo próximo de 15 mil eleitores, uma expressiva força de humor sensível, capaz de decidir eleições municipais em Mogi Guaçu, como vem demonstrando desde meados da década de 1970.

Carlos Nelson Bueno, Walter Caveanha, Hélio Miachon Bueno, Elias Fernandes de Carvalho, Dênis Camilo de Carvalho, Daniel Rossi, além de ex-vereadores, ex-secretários e ex-sindicalistas, independentemente de partidos, aprenderam, faz tempo, que vulcão adormecido uma hora explode e causa danos. Dr. Paulinho, aliados e secretários novatos estão só começando a se dar conta disso.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h45
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Entrevista

É bom demais ver o Vadão brilhar

Quem diria. Na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Guarani já fez história. Conquistou 23 pontos em nove jogos – um ponto fora conquistado na noite desta sexta-feira, no 0 a 0 diante do Vila Nova, em Goiás –, superando a incrível marca obtida pelo Corinthians na temporada passada pela Série-B, no início da caminhada rumo à elite do futebol nacional.

O Bugre de Campinas tem em seu comando Osvaldo Alvarez, o Vadão, pai do Carrossel Caipira e que chegou no auge da carreira comandando Atlético-PR, São Paulo e Corinthians. Vadão concedeu entrevista ao Lance! Confira logo abaixo:

LANCENET!: O Guarani é o único invicto da Série B. Isso te surpreende?
VADÃO:
Pela forma como montamos o time, de última hora, é uma surpresa. Fomos rebaixados e em um curto prazo montamos a equipe. Entramos desacreditados e confesso que nem eu mesmo esperava esse rendimento. Esperava que ganhássemos jogos seguidos quando o time pegasse condicionamento físico, na terceira ou quarta partida. Não estávamos no ideal e os adversários vinham todos com ritmo de jogo. Usamos a palavra superação.

LNET!: Você foi chamado de covarde por não assumir o time no Paulistão. As vitórias provam que foi um acerto?
V:
As pessoas achavam que eu tinha acertado anteriormente, mas fechei contrato com o clube apenas um dia antes da penúltima rodada. Mesmo que eu quisesse, não teria tempo de salvar o time do rebaixamento.

LNET!: Por que o Guarani está forte?
V:
Temos uma mescla de juventude e experiência. Mas a força da equipe está no comprometimento e na união do grupo. Percebo uma vibração muito grande a cada jogada, e isso está fazendo o Guarani caminhar. Temos uma equipe comprometida, que se ajuda e que pensa igual.

LNET!: Quais foram os melhores momentos da sua carreira?
V:
Levei o Atlético-PR para a sua primeira Libertadores, ganhei no São Paulo um título inédito (Rio-São Paulo-2000), mas se tivesse que escolher um diria o meu início no Mogi Mirim (90-94). Tivemos várias revelações e uma revolução tática, com o carrossel caipira e o 3-5-2, que não era tão comum na época.

LNET!: E os melhores que comandou?
V:
Foram muitos de qualidade, mas dois em especial foram escolhidos como melhores pelo mundo: Rivaldo e Kaká, que agora está no Real Madrid. É sempre uma satisfação enorme vê-lo brilhando, já que ele era reserva do time júnior e eu o lancei no São Paulo. Tive a minha parcela.

LNET!: E quais os próximos objetivos?
V:
Pretendo voltar para uma grande equipe. Com o bom trabalho no Guarani, espero que apareça mais um desafio, de preferência em São Paulo.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 22h56
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Opinião

O PT na vanguarda. Do atraso

Por Clovis Rossi

PARIS - Indecente. Pusilânime. Vergonhoso. Que mais se pode acrescentar a respeito do comportamento do PT no episódio José Sarney? Xingar a mãe, não posso. É proibido pela etiqueta desta página.

Mas seria o correto.

Não vou nem lembrar o passado combativo do partido e de seu líder, Aloizio Mercadante, em episódios anteriores à chegada ao governo federal. Esse passado já foi sepultado faz tempo.

Ajuda-memória: pelo episódio do mensalão, o procurador-geral da República, nomeado pelo presidente de honra do PT, um certo Luiz Inácio Lula da Silva, acusou a cúpula petista de formar uma "quadrilha". O Supremo Tribunal Federal, com o voto de ministros também indicados por Lula, decidiu haver indícios suficientes para aceitar a acusação e proceder ao julgamento, aliás em curso.

Fica claro que o passado de supostos campeões da moralidade pública está morto e bem enterrado. Mas o presente podia ao menos guardar um mínimo de coragem, de vergonha na cara. Podia, por exemplo, defender Sarney pura e simplesmente, fosse qual fosse o argumento ou pretexto a utilizar: necessidade de não tumultuar o cenário político, falta de elementos concretos para afastar o presidente do Senado -enfim, qualquer dessas desculpas que os políticos se habituaram a usar para serem coniventes com trambiques.

O que não cabia é deixar de apoiar Sarney mas apenas por 30 dias, que foi o prazo dado pelo partido para o afastamento do presidente do Senado. Tampouco cabia sugerir uma comissão para uma reforma administrativa da Casa, sem menção a punições pelas irregularidades já descobertas e já confessadas.
Se algumas são legais, nem por isso deixam de ser todas vergonhosas, muito vergonhosas. O PT fechou enfim um círculo: passa de suposta vanguarda das massas à cúmplice do atraso.

crossi@uol.com.br



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 12h34
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Lá no Guaçu...

Trégua a vista?

A jornalista Tatyana Montera deu a seguinte informação a este blog. Na tarde desta quarta-feira, os coletores de lixo de Mogi Guaçu decidiram voltar ao batente após uma assembléia. Ficou decidido que a coleta de lixo não será prejudicada, porém, é aguardada para esta semana uma reunião com o prefeito Paulo Eduardo de Barros, o dr. Paulinho, que está de volta de Brasília.

De qualquer forma, hoje o presidente do sindicato dos servidores Carlos da Silva vai protocolar pedido oficial de greve no Ministério do Trabalho e na Prefeitura. Ele também já entrou com pedido para a realização de mesa redonda para o início da próxima semana. Quer discutir o tema abertamente. E exigir o cumprimento de todas as obrigações legais.

Para voltarem ao trabalho, os coletores de lixo impuseram algumas condições. Eles não irão trabalhar neste sábado, nem sob tortura. Dizem que o sábado é contado como hora extra e, por isso, não ousam deixar suas casas.

Também entre hoje e amanhã eles vão adotar uma espécie de operação-padrão. Antes, o lixo era amontoado e depois recolhido por um caminhão, sem que o veículo precisasse ficar parando. A partir de agora, o recolhimento será feito de lixeira em lixeira. Custe o que custar.
 
Paralelamente, a prefeitura já contratou uma empresa particular para auxiliar na coleta, que agora está acumulada. Mas, nos bastidores, já se fala que o caminho, daqui para frente, é mesmo a terceirização do serviço da coleta.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h24
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Entrevista

Um pouco de Mogi Mirim na semifinal

Todo mundo sabe que existe um mogimiriano integrando o elenco do Grêmio, que encara o Cruzeiro na noite de hoje pela semifinal da Copa Libertadores. Trata-se do jovem Willian Magrão, que fora levado para o clube gaúcho pela empresa de Rivaldo.

Só que pelos lados do Cruzeiro também existe um pouquinho de Mogi Mirim. Existem profissionais que já trabalharam no Mogi Mirim Esporte Clube, casos do técnico Adilson Batista, vice-campeão com o Sapo da Série-C do Campeonato Brasileiro de 2001, e do preparador-físico José Mário Campeiz.

A passagem de Campeiz foi mais longa que a do seu chefe. Chegou antes de Adilson e saiu muito depois, quando aceitou o convite do atual técnico do Cruzeiro para trabalhar no Figueirense, isso ainda em 2006. Depois foi para o Japão e agora curte o bom momento na carreira em um dos melhores clubes do país.

Mestre em Ciências do Esporte pela Unicamp, Zé Mário, como é conhecido, aceitou a oportunidade de conceder entrevista ao blog. Aliás, esse modelo de entrevista é um cópia do que o meu amigo Diego Ortiz implantou em seu blog durante um período, algo que pretendo implantar neste espaço a partir de agora. As perguntas foram feitas por e-mail. Logo, as respostas vieram da mesma forma.

A ideia é entrevistar outras personalidades, seja do esporte ou não. Por isso, quem quiser sugerir entrevistados ou perguntas é só escrever para paulohtenorio@msn.com. Abaixo, segue a entrevista com Zé Mário, que vive, talvez, o momento mais importante da carreira, porque, logo mais à noite, o Cruzeiro pega o Grêmio no estádio Olímpico, na briga por uma vaga na semifinal.

O Cruzeiro chega à semifinal da Taça Libertadores da América depois de superar adversários até então favoritos, como foi o caso do São Paulo. Esperava um ano tão positivo como este, depois da conquista do título mineiro?
Quando se trata de uma grande equipe como o Cruzeiro, sempre pensamos em títulos. Portanto, nos preparamos para as conquistas.

O trabalho do Adilson Batista, embora com bons resultados, foi alvo constante de críticas. Colocaram o trabalho de vocês em xeque. Como lidaram com toda essa pressão?
Ele, como qualquer técnico, muitas vezes é alvo de contestações. Ele teve o respeito e a confiança da direção e os números, os dados estatísticos e os títulos comprovam o excelente trabalho que nós estamos fazendo. Hoje ele é referência em Minas e no Brasil.

Ficou alguma mágoa sobre tanta contestação do trabalho do Adilson? Isso refletiu em algum ponto no seu trabalho?
Não existe mágoa nenhuma e nem tanta contestação, pelo contrário, vemos as adversidades importantes, pois fazem com que nós, cada vez mais, nos dediquemos para vencê-las. É nelas que crescemos profissionalmente e também como pessoa.

Está realizado por trabalhar em um dos clubes mais modernos do país?
Sim, profissionalmente estou muito contente, pois passei por clubes em que sempre aprendi um pouco mais. O Cruzeiro oferece todas as condições para os profissionais que lá trabalham.

Aliás, conte ao blog como é trabalhar no Cruzeiro.
Aqui são oferecidas todas as condições para se desenvolver um bom trabalho, existe uma equipe multidiciplinar nos dando todo o suporte, como, por exemplo, médicos, fisioterapeutas, fisiologista, nutricionistas, psicólogo, oftalmologista, dentista, etc, além de excelentes atletas. A Toca II possui campos para treinamentos, academia de musculação, piscina, alojamento e refeitório, além de ser um local muito bonito, que vale a pena conhecer.

Você não acompanhou o Adilson de imediato em outros clubes. Quando é que você passou a acompanhá-lo como preparador-físico?
Quando o Adilson saiu do Mogi, não o acompanhei, pois sempre nos clubes em que ele ia, já existia o preparador-físico. Em 2006, ele estava no Figueirense e me convidou, e foi quando tive novamente a oportunidade de voltar a trabalhar com ele. A partir daí, já fomos para o Japão e agora estamos aqui no Cruzeiro desde 2008, e espero poder continuar com ele por muito tempo.

Como está a preparação física no Brasil? Evoluímos bastante?
Na minha opinião, o Brasil é referência mundial em preparação física. Nos possuímos excelentes preparadores físicos.

Ouvi certa vez do Rivaldo que o Brasil é muito avançado em matéria de recuperação de jogadores lesionados. Segundo ele, é melhor do que Espanha e Itália, por exemplo. Dá pra chegar mais longe?
Na recuperação também somos referência mundial, mas acho que, como na preparação física chegaremos muito mais longe. Aqui se pratica muito o futebol, como consequência, temos também um número maior de lesões e, portanto, temos bons profissionais surgindo, tanto na recuperação como nas áreas de psicologia esportiva, fisiologia, nutrição etc.

Falando em Rivaldo, o Mogi Mirim agora tem novo comando e é um clube muito diferente da época que você trabalhou. Com Rivaldo à frente do Sapo, podemos pensar em ver o time numa situação bem melhor no cenário do futebol brasileiro?
Olha, eu espero ver sempre o Mogi Mirim forte e em um lugar de destaque no cenário nacional. É um clube que possui uma estrutura física fantástica e merece estar sempre vencendo e conquistando títulos. Sou torcedor fanático do Mogi Mirim.

Boas recordações do Mogi Mirim presidido por Wilson Fernandes de Barros?
Muito boas, afinal, foi onde aprendi muito, e sempre agradeço a Deus pela oportunidade de ter trabalhado lá.

O Mogi estréia na Copa Paulista diante do Botafogo em Ribeirão, dia 11. Costuma ficar por dentro do que acontece com o Mogi?
Sim, sempre acompanho tudo. Tenho amigos que também trabalham lá e estou sempre atualizado e como falei anteriormente, torcendo muito.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h17
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VAI CORINTHIANS!!!

O blog pede licença

Fotos da Agência Estado

Indiscutivelmente, o melhor.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 08h36
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Diário de bordo

Eu não sei de nada!


"Eu não sei de nada" é a famosa frase do filme Curso de Verão, que passou "349" vezes na Globo

Não tenho saudades do atuante Ministério Público de Mogi Mirim.

Sabem por quê?

Pois o MP daqui é tão atuante como em Mogi e em Itapira – pena que Mogi Guaçu esteja um pouco desamparada neste quesito.

Um promotor daqui está dando muito trabalho ao poder público municipal, que vem sendo apontado como organizador de uma festa de peão, que tradicionalmente acontece na época do aniversário da cidade, isto é, em agosto.

O assunto é tratado com muito cuidado, porque existe sim gente da prefeitura (tem funcionário, conforme a edição de hoje do jornal O Movimento mostra) envolvida até o pescoço com a história.

Mas não, vão negar até a morte, na prefeitura dizem que quem organiza a festa é um grupo de “empresários”, cuja finalidade é obter renda para abastecer as entidades de Pirassununga.

O assunto está rendendo muita polêmica, porque o Ministério Público está investigando o balancete das festas anteriores. Vê indícios claros de irregularidades, embora o poder público municipal negue envolvimento com a festa até a morte.

Só que o evento deste ano está na mira do MP. Algo que certamente renderá pautas em excesso nas próximas edições do jornal, embora, volto a repetir, a prefeitura diga que “não tem nada a ver com isso”.

Então, tá!



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 17h15
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O blog indica

A volta da ditadura no Mogi Mirim

Esse é o título da nota publicada por Marcelo Blog em seu blog. O endereço do post está aí do lado esquerdo.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 09h31
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Lá no Guaçu...

Braços cruzados

Os coletores de lixo de Mogi Guaçu deflagraram um protesto nesta terça-feira, em Mogi Guaçu, que vai dar o que falar. Aliás, está dando...

O movimento não foi formalizado no Ministério do Trabalho, mas estes servidores literalmente cruzaram os braços e prometem voltar ao batente só quando conversarem com o prefeito guaçuano, Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho.

O serviço de coleta de lixo foi suspenso em toda a cidade.

A reivindicação é a seguinte: pagamento de 40 horas-extras no salário mensal, que vinha sendo incorporado ao pagamento já faz algum tempo. No holerite deste mês, estaria constando apenas o pagamento de 30 horas-extras.

Ou seja, o clima pesou e, segundo relatos, houve bate-boca e muita gente do governo e da oposição tentou tirar proveito da situação.

O problema, porém, é que o prefeito guaçuano está em Brasília – é a sexta viagem para a capital federal em seis meses de mandato. E ninguém, acredite, ninguém (repito e insisto) tem autonomia para negociar com os servidores para resolver a questão.

Especula-se que a paralisação deva continuar nas próximas horas. Deve durar até o retorno do prefeito de Brasília. Pois só assim será possível dar a paz nesta primeira crise do governo ‘Doutor Paulinho’. (Com informações de Tatyana Montera)



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 08h43
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Rigor na fiscalização

Controle rigoroso da molecada

Conselho Tutelar, Ministério Público e outros segmentos estão unidos em Itapira por uma causa: combater a venda de bebidas alcoólicas para adolescentes em bares, lanchonetes e comércios do gênero.

A iniciativa atende a um artigo do ECA que versa sobre a proibição da venda de bebidas a menores de idade, regra que é ignorada em muitos estabelecimentos. É bacana que haja iniciativa como essa, o que demonstra que é possível sim evitar que um adolescente se envolva com as drogas.

Existe lei e ela precisa ser cumprida. Rigorosamente.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 17h35
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Sambarilove

Sempre Rivaldo

É muito bom ver alguém que brilhou em uma Copa do Mundo e que estava esquecido voltar a jogar bem, seja em qualquer gramado do mundo. O futebol é fascinante porque quando a gente menos espera, subitamente somos surpreendidos com atuações que deixam qualquer um espantado.

Rivaldo brilhou com a camisa do Bunyodkor, do Uzbequistão, ao marcar quatro gols de sua equipe na vitória sobre o Sorgdiana, por 5 a 0. A partida foi vista pelo Luiz Felipe Scolari, o Felipão, que viu a atuação de gala do astro da Seleção na Copa de 2002 das arquibancadas.

Tudo muito lindo e maravilhoso. O site do Bunyodkor não deixou por menos. Anunciou “chuva de gols de Rivaldo”, e mais um monte de adjetivos que nem é preciso dizer. Elogios merecidos. Porque quem fez os gols é Rivaldo, jogador do Bunyodkor, o homem que tem dado sua contribuição para que o futebol do Uzbequistão se tornasse um pouco mais conhecido.

Só não entendo a razão de a mesma notícia ganhar status de “manchete” no site oficial do Mogi Mirim Esporte Clube. Tudo bem, convenhamos, não havia nada melhor para dizer? Ok, talvez seja implicância mesmo, afinal, Rivaldo é presidente do Mogi Mirim – e este blogueiro é fã incondicional de seu futebol. Mas, e daí? Todos os quatro gols foram marcados com a camisa do Mogi Mirim? Não.

A notícia que está lá na página principal do site do clube merecia uma nota, no máximo, porque, de resto, o que interessa estar no site oficial do Mogi Mirim é notícia referente ao Mogi Mirim, que dia 11, daqui a 11 dias, faz a sua estreia na Copa Paulista de Futebol diante do Botafogo de Ribeirão Preto.

Mas, tudo bem, deixa pra lá, o que Rivaldo faz aqui e na lua sempre será notícia no site oficial do Mogi Mirim. Mesmo que a notícia não tenha relação alguma com o dia-a-dia do Mogi Mirim Esporte Clube.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 17h34
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Diário de bordo

Lobby

O ex-delegado titular de Pirassununga não gozava de prestígio algum das autoridades locais. Era constantemente alvo de críticas nos corredores do Fórum, não contava com respaldo do Ministério Público e, por achar que estava acima do bem e do mal, era frequentemente “boicotado” pelas outras polícias.

Dizem até que até o prefeito bateu de frente com o antigo chefão da Polícia Civil.

Resultado: o ex foi embora. Saiu pela porta dos fundos. E assumiu, provisoriamente, um distrito policial em Santa Bárbara d’Oeste.

Já o novo delegado titular de Pirassununga foi apresentado há pouco. Trata-se de Tabajara Zuliani dos Santos, que chefiava o SIG (Setor de Investigações Gerais) de Araras. Já trabalhou aqui na cidade, ocasião em que a Polícia Civil era comandada por José Henrique Ventura, atual seccional de Limeira.

A apresentação do novo delegado levou inúmeras pessoas para a principal sala da Delegacia da cidade. Delegados não só de Pirassununga, como também das cidades da região, além de promotores, juízes e representantes das outras polícias – inclusive, das Forças Armadas.

O lobby para a vinda do ‘doutor’ Tabajara era muito grande. Dizem que a polícia em Pirassununga será outra.

É um grande exagero, porque a vinda de um delegado não será suficiente para pôr fim à crise na segurança pública. Entretanto, dificilmente ele será pior do que seu antecessor, aquele que um dia tentou cercear o trabalho da imprensa.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 10h54
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Esquecimento

5.552 motivos para recordar

Daqui a pouco, deve pintar aqui na redação de O Movimento o promotor público Carlos Sampaio, o Carlão, deputado federal pelo PSDB e derrotado nas eleições municipais em Campinas.

Veio à cidade para cumprir compromissos da agenda parlamentar. Há pouco, ele esteve na posse do novo delegado titular de Pirassununga.

Para quem tem memória curta, é bom lembrar que Carlos Sampaio recebeu exatos 5.552 votos só em Mogi Mirim para ser eleito – foram 945 votos em Mogi Guaçu e 411 em Itapira.

Daí, pergunto: o que Carlão, amigo de Carlos Nelson Bueno, fez por Mogi Mirim até hoje?

Nada, não é?!

Se quiserem, aproveito a ocasião da visita do nobre deputado aqui em Pirassununga para lembrá-lo que Mogi Mirim continua no lugar de sempre, cravada às margens da rodovia SP-340, a mais ou menos 50 quilômetros de Campinas.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 10h40
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Mobilização

ONGs de Mogi Guaçu e Pinhal lançam frente contra PCHs

Objetivo inicial é evitar que a PCH da Veridiana seja construída

Por Clóvis Vicente, do Portal Mogi Guaçu

O ICMG (Instituto de Cidadania de Mogi Guaçu), em conjunto com a Aproma (Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Moji Guaçu) e Associação Protetora do Rio Mogi Guaçu – Berço dos Dourados, lançou quarta-feira (24) à noite uma frente oficial contra a construção de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) no Rio Mogi Guaçu. De imediato, a iniciativa visa evitar a possível construção de uma PCH na região da Veridiana, em trecho próximo das divisas de Espírito Santo do Pinhal, Mogi Guaçu e Itapira.

Mas quer também evitar que PCHs venham a ser instaladas em qualquer um dos 10 possíveis pontos rio acima, listados em uma publicação da Aneel feita em 2003. Com relação à construção de usinas abaixo de Mogi Guaçu, a frente não pretende interferir diretamente, mas vai procurar interagir e apoiar órgãos e entidades ambientais das cidades envolvidas que venham a se manifestar contrariamente à proposta.

No caso da PCH do Rio Mogi Guaçu no trecho conhecido como Berço dos Dourados, a frente vai, a princípio, fazer divulgação com placas contra a nova PCH junto a moradores da Roseira (Mogi Guaçu), da Veridiana (Espírito Santo do Pinhal) e Rio Manso (Itapira). Faixas e cartazes também serão colocados na zona urbana de Mogi Guaçu, para conscientizar a população dos problemas ambientais que poderão ser causados pela usina.

Em outra ação, neste domingo (28), será realizada reunião com os moradores dos três bairros rurais. O que se pretende, neste caso, é instruir os moradores das propriedades ribeirinhas para que eles retirem as estacas de medição já fixadas pelos técnicos que estão fazendo o estudo da área. E também pedir para que não permitam a entrada de mais ninguém. “Se quiser entrar, só com mandado judicial ou uma autorização consistente”, aponta Reginaldo, presidente do ICMG.

Por enquanto não está prevista a realização de abaixo-assinado contra a PCH da região da Veridiana e nem a adoção de medidas judiciais, uma vez que a Cemirim (Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi Mirim) afirma estar apenas realizando estudos para a possível implantação da usina. No entanto, as duas medidas não são descartadas pelos integrantes da frente contra a construção de PCHs. “Não estão investindo pesado só para se fazer estudos”, suspeita Reginaldo.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h35
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Haja coração!

Não sei, não...

Não quero ser o pessimista da hora, porque o palpite é a grande armadilha para qualquer jornalista precipitado e pessimista. Contudo, convenhamos, o retrospecto não é nada favorável. O Mogi Mirim perdeu para o Red Bull em partida amistosa na semana passada, por 1 a 0, em preparação para a Copa Paulista. Agora, enfrenta o Guarani – tudo levar a crer que serão os reservas do Bugre – na próxima terça-feira, na derradeira partida amistosa antes da estréia do Sapo na Copa dos Incompetentes, dia 15 de junho, contra o Botafogo, em Ribeirão.

A julgar dos resultados e pelo nível de jogadores contratados, tudo é uma grande incógnita, porque perder jogos de preparação para equipes da quarta divisão do campeonato paulista não sinalizam vexame à vista na competição, mas dão certa idéia do que veremos pela frente. É bom que Velloso consiga dar a este time do Mogi Mirim qualidade necessária para fazer uma boa campanha na Copinha. Caso contrário, como diria aquele conhecido narrador, “haja coração!”.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h30
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Obras, obras e mais obras...

É bem a cara do Carlos Nelson

Serão R$ 400 mil, de acordo com O Popular, destinados para um contrato de 30 meses. É o que deve investir a Prefeitura de Mogi Mirim para um estudo geral do trânsito da cidade. Para isso, uma consultoria será contratada.

O objetivo é projetar, principalmente, meios que evitem transtornos aos motoristas nos arredores do Morro Vermelho, onde é prometida a construção do shopping, e também outros acessos à zona norte pelo Parque do Estado II.

Obra viária foi um marco no primeiro governo de Carlos Nelson. Dificilmente será mais importante neste segundo governo, uma vez que agora o tucano mor da Baixa Mogiana se volta para outros projetos mais “interessantes”, como o tratamento de esgoto e uma política (quem diria!) de industrialização.

Existem pontos críticos no trânsito de Mogi Mirim, como a falta de um acesso mais rápido para a zona leste, sem falar que o centro da cidade está sufocado há muito tempo. Entretanto, não adianta nada promover estudos e mais estudos se o poder público não se comprometer a atingir o próprio estágio, isto é, desembolsar mais uma boa grana para pôr todas as idéias em prática.

Leia a reportagem de O Popular deste sábado:

Prefeitura vai contratar assessoria para trânsito

Por Kaique Barretto

A Prefeitura vai contratar empresa especializada para elaborar estudos visando melhorar fluidez e a segurança do trânsito em alguns pontos da cidade.

A vencedora da licitação aberta para essa finalidade ficará incumbida de prestar assessoria técnica quanto à elaboração de estudos e projetos.

A contratação deve ocorrer em julho. O Município estima investir até R$ 400 mil em contrato com validade por 30 meses.

Em informações prestadas a O POPULAR por e-mail, já que não fala diretamente com jornalistas, o diretor do Departamento de Trânsito e Transportes, Vitor Coppi, diz que a contratação é necessária por não haver empresa prestando esse serviço à Prefeitura.

O contrato com a Urbanizar venceu em janeiro de 2006 e o da Consenge, em maio de 2007. Segundo Coppi, os estudos não tratarão “especificamente de transporte coletivo” e observa que “o que foi feito anteriormente diz respeito a outras áreas do município”.

Entre os pontos a serem alvo de projeto estão o sistema viário do shopping Pátio Mogi, projetado para o Morro Vermelho, e possíveis acessos à zona Norte, através do Parque do Estado II.

“Os projetos serão (sic) conforme as necessidades técnicas após os estudos necessários visando a melhoria da circulação no município, principalmente na questão de segurança e fluidez do trânsito”, explica o diretor.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h30
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Na mídia

No 'Globo' de hoje

Por Juca Kfouri

Felipão viajou para Londres ao lado de Renato Maurício Prado, do "Globo", que publicou numa página inteira, hoje, o teor, imperdível, do papo.

Que tem, no mínimo, duas bombas, reproduzidas abaixo:

Sobre Vanderlei Luxemburgo:

Técnica e taticamente, o Vanderlei é o melhor.

Mas costuma misturar muito as coisas dentro e fora de campo.

Eu não consigo engolir essa de história de treinador querer ganhar comissão em cima de atletas que ele revelou ou indicou e que depois foram vendidos.

Dá margem a milhares de insinuações.

Nunca fiz, nem faria.

E acho que o Vanderlei também começou a se preocupar muito com outras coisas, como a tal "universidade" (o Instituto Wanderley Luxemburgo) que lançou etc.

Se ele se concentrasse apenas naquilo em que é o melhor, certamente teria ainda mais sucesso.

Mas essa é apenas a minha opinião.

Ele é maior de idade, bem-sucedido, faz o que quiser.

E revelou uma briguinha de egos entre Ronaldo e Rivaldo, na Copa de 2002:

Ronaldo x Rivaldo

- Quem foi o jogador mais importante da Copa de 2002?

Rivaldo, disparado!

O Ronaldo foi espetacular, fez gols decisivos e tudo mais, mas o cara que desequilibrou foi o Rivaldo.

Eles tinham uma briguinha particular naquela seleção.

Um queria sempre fazer mais gols do que o outro.

Por isso, muitas vezes não passavam a bola, mesmo quando esta era a melhor opção para o time.

Um dia, perdi a paciência, chamei os dois, tranquei no vestiário e disse: "Ou vocês acabam de vez com essa frescura, ou vai jogar um só. E eu ainda não decidi quem será".

Falei e fui-me embora.

Deixei os dois trancados lá.

Aí o Rivaldo virou-se para o Ronaldo e disse: "Olha, é melhor a gente se ajeitar mesmo. Esse cara é maluco e é capaz mesmo de barrar um de nós dois".

E acabou de vez aquela bobajada.



Escrito por Paulo Henrique Tenorio às 19h29
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